Glasskin
O brilho que não vem da maquiagem. Para pele opaca, poros, textura irregular, manchas de sol, linhas finas e marcas de acne. Inclui o cuidado em casa para reparar e proteger a pele durante a recuperação.
Duas profundidades de trabalho no mesmo laser. Um comprimento de onda cuida da superfície, onde aparecem manchas, opacidade e poros. O outro vai mais fundo, onde mora o colágeno. É a tecnologia por trás da linha Glass.
Escolha um comprimento de onda e veja onde ele age. A pele da superfície fica preservada, por isso a recuperação é mais rápida, o risco de HPI (hiperpigmentação pós-inflamatória, a mancha que pode surgir depois de uma inflamação na pele) é menor, e também é menor o risco de efeito rebote no melasma.
Em todos eles, logo depois do laser, eu aplico uma mescla regenerativa que entra pelos microcanais ainda abertos. Essa janela dura minutos, e é por isso que ela acontece na sala, e não em casa.
O brilho que não vem da maquiagem. Para pele opaca, poros, textura irregular, manchas de sol, linhas finas e marcas de acne. Inclui o cuidado em casa para reparar e proteger a pele durante a recuperação.
O rosto conta uma idade, e o colo conta outra. O Glassbody trata textura, manchas e a pele fina e amarrotada dessas áreas na mesma sessão. Combinado ao Glasskin, nenhuma região conta uma história diferente.
Seis meses, uma sessão de laser por mês, com mescla regenerativa e cuidado em casa. Na versão Intensiva, as sessões de laser se intercalam com mesoterapia capilar a cada 15 dias.
Laser Pisom associado a microagulhamento com regeneradores, para melhorar a textura, a cor e o relevo das estrias.
O CO2 é uma excelente tecnologia, mas ele remove a superfície da pele, pede dias de recuperação e tem um risco maior de mancha nas peles com mais melanina, que são a maioria aqui. O Laser Pisom trata em profundidade e preserva a superfície.
Do que prometer que não existe. É assim que costuma ser:
Parecida com a de um sol forte, com a pele áspera e repuxada.
Como areia. Deixe sair sozinha.
E a luminosidade aparece.
Continua se formando por dentro.
No melasma, o laser entra junto com a rotina certa e o plano completo. Toque na foto para ver o outro ângulo.
Divulgação autorizada pela paciente. Estas imagens não representam, em hipótese alguma, garantia de resultado: cada pessoa tem características anatômicas e fisiológicas únicas.
Poros dilatados e textura irregular, marquinhas antigas de acne, linhas finas de superfície (aquelas que não são vinco de expressão e não respondem à toxina), pele opaca, manchinhas de sol e tom desigual. Nem toda pele é candidata, e é na consulta que eu decido o comprimento de onda, a intensidade e o número de sessões.
Aplico anestésico em creme antes. Durante a sessão, a sensação é de calor com formigamento, suportável, e bem mais tranquila do que a de outros lasers fracionados. O Pisom entrega a energia em pontos desordenados: cada ponto é disparado longe do anterior, e a pele ao redor tem tempo de esfriar antes de receber o próximo ponto por perto. Esse mecanismo reduz bastante o ardor.
Em geral de 3 a 5, com cerca de 30 dias entre elas. Uma sessão já pode trazer luminosidade; textura e remodelação se constroem em série. Depois, a manutenção costuma ser uma ou duas vezes por ano.
Sim. O laser fica no consultório o tempo todo, então dá para encaixar na sua agenda e, quando indicado, combinar com outros tratamentos do seu plano.
Sim. Por ter um risco menor de efeito rebote, o Pisom é uma boa opção para quem tem melasma. Porém, o melasma ativo exige um protocolo mais conservador, e nem sempre é o momento. Eu defino isso na consulta.
Conteúdo informativo. A indicação de qualquer tratamento depende de consulta.
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